que sorriso escondido, que olhar tristonho
que imagem vislumbro no espelho
Tantos medos disfarçados,
Pelos dias que passam.
Tu não estás aqui,
Sinto este frio de morte, de perda, uma dor no peito,
Tantos medos disfarçados,
Pelos dias que passam.
Tu não estás aqui,
Sinto este frio de morte, de perda, uma dor no peito,
daquelas dores que nunca terminam
Como se nossa vida fosse definhando aos poucos
Como se o mundo tivesses parado de girar
E apenas surgissem sombras
Esta negritude que me trespassa o corpo
Como se nossa vida fosse definhando aos poucos
Como se o mundo tivesses parado de girar
E apenas surgissem sombras
Esta negritude que me trespassa o corpo
Que me fere na alma
como se setas envenenadas me tivessem atingido
Tu não estás aqui,
E este sentimento de solidão, este teu vazio
Leva-me a pensar que a tua vida,
como se setas envenenadas me tivessem atingido
Tu não estás aqui,
E este sentimento de solidão, este teu vazio
Leva-me a pensar que a tua vida,
aprendeu a viver sem a minha
Que este medo que me persegue,
Não é produto da minha imaginação.
Porque, afinal, ....Tu não estás aqui!
Que este medo que me persegue,
Não é produto da minha imaginação.
Porque, afinal, ....Tu não estás aqui!
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