sábado, 15 de maio de 2010

O valor das palavras

As palavras são o que são. Umas são palavras vãs, ocas de conteúdos, sem peso, sem importância e sem sentido. Outras há que têm o sentido que lhe queremos dar ou o sentido que as deixamos ter. Muitas vezes lançamo-las no mundo e ganham vida próprio, tornam-se em querelas, guerras e tormentos contínuos. Outras caem no vazio e as deixarmos tombar por si, por vezes, desfazem-se como a areia da praia a escorrer por entre as mãos abertas. Outras vezes, revoltam-se, esgotando-nos sem dó ou piedade. Cabe-nos a nós segurá-las com firmeza e lançá-las no momento certo. Tenho escrito imensas vezes que te amo, que te adoro que és a minha vida. Já o disseste – “gosto muito de ti”! Será?! Então porque não estás aqui? Porque não vives comigo o ainda hoje. Porque adiar se o amanhã é incerto. Não sou tudo o que poderias querer, não sou tudo o que mereces ter, não sou tudo o que tu sonhaste mas, acredita tento-o persistentemente. I love you!

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