domingo, 12 de dezembro de 2010
Custa-me ... ser banal
Não quero ser banal, porque afinal eu gosto muito, muito, muito de ti, eu adoro-te. És tão especial. És a minha rainha, a princesa, a minha dama, a minha companheira, a minha confidente, a minha parceira de aventuras. Tu completas-me. És a minha razão de viver. Sem ti a vida, esta vida, estes dias não fazem sentido. É por isso que me custa tanto dizer simplesmente amo-te. Queria dizer amo-te, abraçando-te, acarinhando-te, estreitando-te, apertando-te, sentindo o eu corpo fundindo-se com o meu. Custa-me tanto ... ser banal!
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