As nossas conversas aconteciam sem serem planeadas e funcionavam como remédio santo para mim. Com o tempo elas tornaram-se numa natural e desejada intimidade. Nada havia a esconder. Não era necessário fingir, dar uma imagem diferente do que sentia e isso era e tornava tudo simples. As nossas conversas eram para mim um despir de alma. Falei de sonhos, desejos, fantasias, daquelas coisas que por vezes só falamos para nós próprios. Por isso me tornei tão íntimo. E tu o que e disseste... para além de ouvir...
sábado, 21 de maio de 2011
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