É triste, muito triste quando percebemos que algo é inacessível. Teimo em esconder, em fugir e expor sentimentos e vontades. Desejo ardentemente e ... não luto pelo que quero... também não mendigo. Pode ser que numa viagem do tempo tu repares que eu existo e que sempre estive aqui... para ti. Eu sei que frequentemente penso mais nos outros do que em mim. Hoje dói imenso não te ter aqui... amanhã serás o meu eterno sonho adiado.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
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